Pesquisa da UFMG confirma primeiro caso de Covid-19 em animal em BH

Uma pesquisa com a participação do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (ICB-UFMG), detectou a presença da COVID-19 em um cachorro que convive com uma família em Belo Horizonte. Este é o primeiro caso da doença em um animal na capital mineira. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (22/02).

De acordo com o ICB, o cachorro, da raça boxer, convive com uma família que registrou casos de coronavírus. O caso foi descoberto por meio de uma pesquisa a nível nacional que, em Belo Horizonte, tem participação do Laboratório de Virologia Molecular, coordenado pelo Prof. Dr. Renato Santana de Aguiar, que também faz a testagem em animais.

No Brasil, são 11 casos confirmados de COVID-19 em animais: além do cachorro em Belo Horizonte, um gato (Cuiabá), quatro cães e um gato (Curitiba), dois gatos (Região Metropolitana do Recife) e um cão e um gato (Campo Grande) tiveram o Sars-CoV-2 identificados no organismo. Todos os casos foram notificados aos órgãos oficiais, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Organização Mundial de Saúde Animal.

A pesquisa abrange animais cujos tutores estejam em isolamento domiciliar e que tiveram resultados positivos para COVID-19 ou da resposta imunológica apenas por IgM (caracterizando doença ativa), até sete dias da data do diagnóstico. Os proprietários também precisam morar em Belo Horizonte, Campo Grande, Curitiba, Recife, São Paulo ou Cuiabá.

Os resultados da pesquisa indicam que a transmissão de COVID-19 é de humanos para animais. Por isso, o estudo reforça a ideia de que, em caso de resultado positivo para o coronavírus, é importante manter o distanciamento dos bichos de estimação, além do uso da máscara.

O projeto ainda está aceitando voluntários. Caso algum proprietário se interesse em participar e atendam aos requisitos citados na matéria, podem entrar em contato com os pesquisadores pelo e-mail covidufmg@gmail.com.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/02/4908232-pesquisa-da-ufmg-confirma-primeiro-caso-de-covid-19-em-animal-em-bh.html

Dúvidas Frequentes

Como a APAA não possui abrigo, nos cercamos da ajuda de voluntários. Estes resgatam os animais oferecendo lares temporários. Após o resgate, o animal é castrado, vacinado e vermifugado. Assim ele estará pronto para a Adoção.

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Não, como não temos abrigos, dependemos de lares temporários, sendo assim, podemos ajudar com a divulgação para encontrar um possível lar temporário ou definitivo, caso contrário a pessoa deve ficar com o animal até o término do procedimento ( castrar, vacinar e vermifugar) e levar o animal nas nossas feiras de doação. Para a divulgação nas mídias sociais, precisamos de fotos e contato do responsável.

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